Acerca da CTS

Institucional

A partir do primeiro número, publicado em setembro de 2003, a Revista Iberoamericana de Ciencia, Tecnología y Sociedad (CTS) mantém o objetivo de alcançar uma melhor articulação entre a ciência e a sociedade nos países da América Latina e a península ibérica, bem como promover o diálogo e iniciar discussões sobre questões importantes relativas ao seu âmbito. A CTS tem uma visão regional e avalia e publica os artigos que recebe sob uma perspectiva plural e interdisciplinar. Ao longo de sua história publicou trabalhos relevantes de pesquisadores ibero-americanos e de outras origens.

A periodicidade da revista é quadrimestral. É publicado um volume por ano e três números por volume, com datas de saída em fevereiro, junho e outubro. Os artigos acadêmicos publicados na CTS são aprovados a partir de um sistema de revisão feito por pares que também é chamado de revisão paritária ou arbitragem, realizada através do método double blind review. Nos índices da revista, esses trabalhos convivem com monografias sobre temas específicos, resenhas, fóruns, conferências e outros documentos.

Além disso, a revista integra um espaço mais amplo de componentes que permitem formas mais diretas de interação com o público leitor. Esse espaço é visível na sua plataforma eletrônica, na que é possível explorar seções que divulgam artigos deportfólio, teses e documentos de consulta, como também números especiais e colunas de debate, às quais a comunidade é convidada a participar com comentários e novos textos, numa dinâmica que cresce a partir da riqueza que produzem essas trocas.

A CTS é uma iniciativa conjunta da Organização de Estados Iberoamericanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e o Centro de Estudos sobre Ciência, Desenvolvimento e Educação Superior – REDES (Argentina), com apoio da Universidade de Oviedo (Espanha) e do Instituto Universitário de Estudos da Ciência e da Tecnologia da Universidade de Salamanca (Espanha).

Política de acesso aberto e autoarquivo

Desde 2007, a CTS proporciona acesso livre, aberto e gratuito a todos seus conteúdos, incluídos o arquivo completo da edição quadrimestral e os diversos produtos apresentados na plataforma eletrônica. Esta decisão é baseada no entendimento de que fornecer acesso livre aos materiais publicados ajuda a ter uma maior e melhor troca de conhecimentos.

Por sua vez, em se tratando da edição quadrimestral, a revista permite aos repositórios institucionais e temáticos, bem como aos sites pessoais, o autoarquivo dos artigos na versão post-print ou versão editorial, logo após da publicação da versão definitiva de cada número e sob a condição de incorporar ao autoarquivo um link direcionado à fonte original.

Licencia de Creative Commons
Todas as edições do CTS e seus artigos individuais estão sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International.

Bases de dados

Entre outras bases, a CTS está incluída em: EBSCO (Fuente Académica Plus), European Reference Index for the Humanities and Social Sciences (ERIH PLUS), International Bibliography of the Social Sciences (IBSS), SciELO, Latindex, Catálogo Latindex 2.0, Redalyc, Dialnet, Red Iberoamericana de Innovación y Conocimiento Científico (REDIB), Sello de Calidad de Revistas Científicas Españolas de la Fundación Española para la Ciencia y la Tecnología (FECYT) e Núcleo Básico de Revistas Científicas Argentinas.


           

Equipe de trabalho

Direção Editorial

Os diretores são os principais representantes da CTS. Eles decidem sobre a nomeação e a cessação do Secretário Editorial e dos membros do Conselho Editorial. A Direção Editorial é responsável pela delegação de trabalhos dentro da revista. Ela supervisiona as atividades relacionadas com a atribuição de avaliações, a aplicação às bases de dados e a manutenção integral da publicação. Em última instância, é o responsável pela publicação ou a rejeição de um manuscrito.

Mario Albornoz (OEI/REDES, Argentina)
Pesquisador principal (aposentado) do CONICET, Argentina. Docente de graduação e pós-graduação em temas de ciência, tecnologia e sociedade, bem como em metodologias de gestão da atividade científica e tecnológica. Sua experiência profissional inclui a consultoria especializada em política e gestão da ciência, a tecnologia e a educação superior para órgãos nacionais e internacionais. Ele criou e gerenciou centros de pesquisa, programas internacionais, revistas especializadas e unidades de transferência de conhecimentos para o setor produtivo. Coordenador do Observatório Ibero-americano de Ciência, Tecnologia e Sociedade da OEI desde 2008. Professor titular da Cadeira UNESCO sobre indicadores de ciência e tecnologia desde 1996. Ex-coordenador da Rede Ibero-americana de Indicadores em Ciência e Tecnologia (RICYT), entre 1995 e 2013, ex-diretor do Centro Argentino de Informação Científica e Tecnológica (CAICYT), entre 2004 e 2009, ex-diretor do Centro REDES, entre 2002 e 2007, e ex-diretor do Instituto de Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia, da Universidade Nacional de Quilmes, Argentina, entre 1996-2002. Entre 1986 e 1994 foi secretário de ciência e técnica da Universidade de Buenos Aires (UBA).
José Antonio López Cerezo (Universidade de Oviedo, Espanha)
Bacharel em filosofia e ciências da educação pela Universidade de Valença, Espanha, e doutor em filosofia por essa mesma universidade (1984). Foi bolsista de pós-doutorado e pesquisador visitante do Ministério da Educação finlandês na Universidade de Helsinki (1985-87), como também professor visitante na Universidade do Estado de Pensilvânia (1991 e 1993), a Universidade Técnica de Budapeste (1994 e 1998), a Universidade de La Habana (1996, 2010) e o Instituto Universitário de Lisboa (2014). Desde 2006 ele é catedrático de lógica e filosofia da ciência no Departamento de Filosofia da Universidade de Oviedo, Espanha. Sua especialidade são os estudos sociais da ciência e da tecnologia.
Miguel Ángel Quintanilla (Universidade de Salamanca, Espanha)
Fundador do Instituto de Estudos da Ciência e da Tecnologia. Catedrático emérito de lógica e filosofia da ciência na Universidade de Salamanca, Espanha. Suas linhas prioritárias de pesquisa são a filosofia da ciência e da técnica, os estudos sociais de ciência e tecnologia, a cultura científica, a comunicação pública da ciência, as políticas científicas e tecnológicas. Entre suas obras destacam-se: Tecnologia: Un enfoque filosófico, FUNDESCO, Madri, 1988 (Prêmio Fundesco de Ensaio); La utopía racional (em colaboração com Ramón Vargas-Machuca), Espasa Calpe, Madri, 1989 (Prêmio Espasa Manhana de Ensaio); Ciência, tecnologia y Sociedad (em colaboração com J. M. Sánchez Ron), Santillana, Madri, 1997; Cultura tecnológica: estudios de ciencia, tecnología y sociedad (em colaboração com Eduardo Aibar), Barcelona, ICE, Universidade de Barcelona, 2002. Fundador do grupo EPOC (Estudos de Política Científica: 1989-91). Foi membro do Comitê da Federação Internacional de Sociedades de Filosofia e do Comitê Científico do XXI Congresso Internacional de Filosofia (Istambul, 2003) e XXII (Seul, 2008). É membro do Institut International de Philosophie. De 1982 a 1989 foi senador nas cortes espanholas. Foi vice-presidente primeiro da comissão de educação do Senado, palestrante da Lei da Ciência (1986) e presidente da Comissão Mista Congresso-Senado de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico. Foi secretário geral do Conselho de Universidades (1991-1995) e Secretário de Estado de Universidades e Pesquisa (2006-2008). É presidente do Conselho Assessor da Agência para a Qualidade do Sistema Universitário de Castilla y León (março de 2009). Recebeu a Grande Cruz da Ordem do Mérito Civil, outorgada pelo Conselho de Ministros, e a Grande Cruz da Ordem Civil de Alfonso X, O Sábio, outorgada pelo Ministério da Educação (2008).
Secretaria Editorial

As funções da Secretaria Editorial incluem o planejamento do conteúdo da publicação, a assistência aos autores em termos de estilo e formato, a gestão do conteúdo do site web, o controle sobre os processos de avaliação e a comunicação com os autores. A Secretaria Editorial também é responsável pela localização e a manutenção das bases de indexação e da emissão de certificados. Sua nomeação corresponde à Direção Editorial.

Manuel Crespo (OEI)
Bacharel em comunicação social (Universidade Austral) e mestre em jornalismo (Jornal La Nación – Universidade Di Tella).
Conselho Editorial

Os membros do Conselho Editorial são nomeados pela Direção Editorial, quem também possui o poder de revogá-los. A CTS conta com um grupo de 19 especialistas de nível internacional procedentes de nove países da Ibero-América. Sua principal função é apoiar a Direção Editorial e a Secretaria Editorial na definição do conteúdo, fornecer diretrizes para a apresentação de manuscritos, supervisionar os processos de avaliação e colaborar na elaboração de monografias.

Fernando Broncano (Espanha)
Doutor em filosofia, catedrático de filosofia da ciência, Universidade Carlos III de Madri. Seu campo geral de trabalho é a noção de racionalidade, tanto nos aspectos teóricos quanto nos epistémicos e nos práticos. Em relação aos aspectos epistémicos, ele trabalhou nos problemas da racionalidade na ciência, nos seus aspectos cognitivos e na racionalidade das comunidades científicas. Em relação aos aspectos práticos, trabalhou na filosofia da técnica. Entre seus livros estão: Mundos artificiales (Paidós, 2000), Saber en condiciones (Antonio Machado, 2003), Entre ingenieros y ciudadanos (Montesinos, 2006), La melancolía del ciborg (Herder, 2009), La estrategia del simbionte (Delirio Editorial, 2012), Sujetos en la niebla (Herder, 2013) e Russell, conocimiento y felicidad (Filosofia El País, 2015), entre outros.
Rosalba Casas (México)
Bacharel em sociologia pela UNAM, México, com as seguintes pós-graduações: MSc em história e sociopolítica da ciência, Universidade de Montréal, e DPhil em políticas de ciência e tecnologia, Universidade de Sussex. Sua principal disciplina é a sociologia, com especialidade em sociologia da ciência e da tecnologia. Atualmente é pesquisadora titular em pesquisas sociais da UNAM.
Ana Cuevas Badallo (Espanha)
Doutora em filosofia pela Universidade do País Vasco, especialista na área da filosofia da ciência e da tecnologia e em cultura tecnológica. Professora titular na Universidade de Salamanca e atual diretora do Instituto de Estudos da Ciência e da Tecnologia da mesma universidade.
Javier Echeverría (Espanha)
Bacharel em filosofia (1970) e bacharel em matemáticas (1970) pela Universidade Complutense de Madri. Doutor em filosofia por essa mesma universidade (1980) e docteur d’Etat-ès-Lettres et Sciences Humaines pela Universidade Paris I (1980). Foi catedrático de lógica e filosofia da ciência na Universidade do País Vasco e professor de pesquisa no Instituto de Filosofia do CSIC (Madri). Na atualidade é professor de pesquisa Ikerbasque no Departamento de Sociologia 2 (Universidade do País Vasco).
Hernán Jaramillo Salazar (Colômbia)
Economista com experiência nacional e internacional, publicações e gestão por mais de 30 anos no campo da economia do conhecimento e da inovação. Professor honorário da Faculdade de Economia da Universidade do Rosário, Bogotá, Colômbia. Assessor do reitor da mesma universidade nos temas de ciência, tecnologia e inovação.
Diego Lawler (Argentina)
Doutor em filosofia (Universidade de Salamanca), mestre em ciência, tecnologia e sociedade (Universidade de Salamanca), MA em filosofia (Universidade de Sussex). Pesquisador independente do CONICET, Argentina. Instituto de Investigações Filosóficas Sociedade Argentina de Análise Filosófico (unidade associada ao CONICET). Temas de trabalho: filosofia da ciência e da tecnologia, epistemologia, filosofia da mente, filosofia da ação e relações internacionais.
José Luis Luján (Espanha)
Catedrático de lógica e filosofia da ciência na Universitat de les Illes Balears. Ele é doutor em filosofia pela Universidade de Valença e foi pesquisador no Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC).
Bruno Maltrás Barba (Espanha)
Bacharel e doutor em filosofia, Universidade de Salamanca. Áreas: filosofia da ciência e da tecnologia, estudos sociais da ciência e da tecnologia, análises quantitativos da ciência e da tecnologia. Atualmente ele é professor no Departamento de Filosofia, Lógica e Estética da Universidade de Salamanca e pesquisador no Instituto ECyT, dessa mesma universidade. Especialista da Fundação COTEC.
Emilio Muñoz Ruiz (Espanha)
Professor de pesquisa ad honorem do CSIC. Ele é bacharel e doutor em farmácia pela Universidade Complutense de Madri (1960 e 1964). Foi presidente do CSIC, secretário do Plano Nacional de I+D, presidente da Associação Interuniversitária Europeia sobre Sociedade, Ciência e Tecnologia (ESST) e presidente do Gabinete de Biotecnologia (GABIOTEC) da Fundação CEFI. É membro da Organização Europeia de Biologia Molecular (EMBO), da Academia Sueca de Ciências da Engenharia (área de biotecnologia) e membro correspondente da Real Academia de Farmácia. Possui condecorações dos governos das Repúblicas da Itália e da França; é membro da Ordem Civil de Afonso X, O Sábio, na categoria de Encomenda com Placa. É autor de várias centenas de artigos no campo da bioquímica e da biotecnologia, e sua relação com os aspectos sociais e económicos, bem como com a política científica e tecnológica.
Jorge Núñez Jover (Cuba)
Bacharel em química em 1973 e doutor em filosofia em 1993. Professor titular da Universidade de La Habana. Coordenador da cátedra cubana de estudos sociais da ciência, da tecnologia e da inovação. Ele é membro a título individual do Conselho Superior de FLACSO.
Eulalia Pérez Sedeño (Espanha)
Doutora em historia e filosofia da ciência. Ela é professora de pesquisa em ciência, tecnologia e gênero, e diretora do Departamento de Ciência, Tecnologia e Sociedade do Instituto de Filosofia do CSIC (Espanha). É coordenadora da Rede Ibero-americana de Ciência, Tecnologia e Gênero (RICTYGCYTED), na que participam mais de 100 pesquisadoras de 10 países.
Carmelo Polino (Argentina)
Doutor pela Universidade de Oviedo (Espanha) e mestre em estudos sociais da ciência pela mesma universidade. Ele é mestre em comunicação e cultura da ciência e da tecnologia pela Universidade de Salamanca (Espanha) e mestre em ciência, tecnologia e sociedade pela Universidade Nacional de Quilmes (Argentina). Pesquisador do Centro Redes (Argentina). Pesquisador associado ao Observatório Ibero-americano da Ciência, da Tecnologia e da Sociedade (OCTS) da Organização de Estados Ibero-americanos (OEI), e à Rede de Indicadores de Ciência e Tecnologia (RICYT). Seus temas de pesquisa estão relacionados com a sociologia da comunicação da ciência, a percepção social da ciência e da cultura científica. Sobre esses temas ele também coordenou projetos de pesquisa no plano nacional e ibero-americano (entre eles, dirigiu as três pesquisas nacionais de percepção da Argentina), como também publicou livros, capítulos de livros e artigos em revistas científicas.
Fernando Porta (Argentina)
Bacharel em economia política (UBA, 1970), com estudos de pós-graduação em economia internacional (Universidade de Sussex, 1980). Ele é professor e pesquisador titular da Universidade Nacional de Quilmes (UNQ) e da Universidade de Buenos Aires (UBA), diretor do doutorado em desenvolvimento econômico da UNQ, Diretor acadêmico do Centro Interdisciplinar de Estudos sobre Ciência, Tecnologia e Inovação (CIECTI), e membro do Comitê Editorial da revista Desarrollo Económico.
Maria de Lurdes Rodrigues (Portugal)
Doutorado (1996) e agregação (2003) em sociologia. Ela é professora e pesquisadora do ISCTE-IUL, Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas. Realiza atividades de investigação em políticas públicas de educação, de ciência e de ensino superior, sociologia das profissões, análise de políticas públicas.
Francisco Sagasti (Peru)
Professor da Escola de Graduados da Universidade do Pacífico em Lima, e pesquisador principal emérito do Fórum Nacional Internacional, entidade fundada por ele e da qual foi diretor executivo. Membro do Conselho Consultivo da Fundação Lemelson em Portland, Estados Unidos, que apoia a invenção e a inovação. Formou-se como engenheiro industrial na Universidade Nacional de Engenharia, Lima. Obteve o mestrado (MSc) em engenharia industrial na Pennsylvania State University e o doutorado (PhD) em pesquisa operacional e ciências de sistemas sociais na Universidade de Pensilvânia. Ele é autor de inúmeros artigos acadêmicos e livros sobre temas de desenvolvimento, democracia, ciência e tecnologia.
José Manuel Sánchez Ron (Espanha)
Bacharel em ciências físicas pela Universidade Complutense de Madri (1971) e doutor em física pela Universidade de Londres (1978). Desde 1994 ele é catedrático de historia da ciência no Departamento de Física Teórica da Universidade Autônoma de Madri, tendo sido anteriormente (entre 1983 e 1994) professor adjunto, primeiro, e titular, depois, de física teórica na mesma universidade. Em março de 2003 ele foi eleito membro da Real Academia Espanhola, na qual leu o seu discurso de ingresso (“Elogio da miscigenação: história, linguagem e ciência”) no dia 19 de outubro de 2003. Nessa instituição ocupa a cadeira “G” e, a partir de janeiro de 2016, tem o cargo de vice-diretor. Em dezembro de 2006 foi eleito acadêmico correspondente da Real Academia de Ciências Exatas, Físicas e Naturais de Madri e, em 2006, foi eleito membro correspondente da Académie Internationale d’Histoire des Sciences de Paris, da qual passou a ser acadêmico de pleno direito (membre effectif) em 2015. No ano de 2001 recebeu o Prêmio José Ortega y Gasset de Ensaio e Humanidades da Vila de Madri por seu libro El Siglo de la Ciencia (Taurus, 2000). Em 2004 recebeu o Prisma da Casa das Ciências de La Coruña pelo melhor artigo de divulgação científica publicado em 2003, pelo seu artigo: “Para que a ciência?”, publicado em El País. Em 2011 recebeu o Prêmio Internacional de Ensaio Jovellanos por seu manuscrito “A Nova Ilustração: ciência, tecnologia e humanidades num mundo interdisciplinar”, publicado posteriormente (Edições Nobel, 2011), e em 2016 recebeu o Prêmio Nacional de Ensaio por seu livro El mundo después de la revolución. La física de la segunda mitad del siglo XX (Pasado & Presente, 2015). Ele é autor de mais de 400 publicações, das quais 45 são livros.
Judith Sutz (Uruguai)
Engenheira eletricista, Universidade Central de Venezuela, 1979. Mestrado em planejamento do desenvolvimento, menção ciência e tecnologia, Universidade Central de Venezuela, 1981. Doutorado em socioeconomia do desenvolvimento, menção economia, Université de Paris-Sorbonne, 1984. Área de trabalho: ciência, tecnologia, sociedade, inovação e desenvolvimento. Linhas principais: universidades para o desenvolvimento, inovação e desigualdade em países subdesenvolvidos, avaliação acadêmica. Afiliação institucional: coordenadora acadêmica, Comissão Setorial de Pesquisa Científica, Universidade da República, Uruguai.
Jesús Vega Encabo (Espanha)
Doutor em filosofia pela Universidade de Salamanca. Atualmente é catedrático de lógica e filosofia da ciência na Universidade Autônoma de Madri. Seus interesses pela pesquisa estão encaminhados principalmente para problemas epistemológicos e para a análise das diversas culturas epistêmicas. Ele também se especializou em filosofia da mente, filosofia da ciência e filosofia da tecnologia, nesta última dirigiu vários projetos sobre práticas científicas e artefatos.
Carlos Vogt (Brasil)
Poeta e linguista, é pós-graduado em teoria da literatura e literatura comparada pela Universidade de São Paulo, mestre em linguística geral e estilística do francês, pela Universidade de Besançon, na França, e doutor em ciências pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Recebeu em 2005 a comenda da Ordem do Mérito Científico, da Presidência da República do Brasil, e o título de doutor honoris causa da École Normale Supérieure de Lyon, na França. Desde setembro de 2011, ocupa a cadeira 23 da Academia Campinense de Letras. É professor emérito da Unicamp e coordenador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) desta universidade, onde foi reitor não período de 1990 a 1994. Publicou vários livros e inúmeros artigos e ensaios em jornais, revistas e órgãos especializados nacionais e internacionais. É diretor de redação das revistas de divulgação científica ComCiência e Pré-Univesp. Foi editor-chefe da Ciência e Cultura, revista da SBPC, de 2002 a 2007 e da revista Inovação, de 2006 a 2007. É coordenador cultural da Fundação Conrado Wessel, desde 2007. Foi presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), de 2002 a 2007, e secretário de Ensino Superior do Estado de São Paulo, entre 2009 e 2010. Desde 31/10/2012, é presidente da Fundação Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp).